
Publicado na Revista Educação de agosto/2008, EDIÇÃO 136 , escrito por Mônica Krausz
Atletismo Escolar - Uma vez transmitidos os conhecimentos básicos da cultura corporal do atletismo, podem despontar entre os alunos alguns futuros atletas. "Nosso país não é para ter apenas um Jadel e uma Maureen. Deveríamos ter uns 15 de cada", diz o professor de educação física e coordenador do Departamento de Cursos da Federação Paulista de Atletismo, José Geraldo Carvalho.
"O trabalho do professor de educação física deve ser o de ensinar os movimentos de forma correta. Se lá na frente despontarem atletas, eles estarão prontos. Caso contrário, você orientou um cidadão bem formado fisicamente", observa.
É por isso que neste ano a Confederação Brasileira de Atletismo, em parceria com a Federação Internacional de Atletismo (IAAF) e as federações estaduais estão desenvolvendo os programas de "Mini Atletismo" (7 a 12 anos) e "Atletismo Escolar" (13 a 15). São clínicas de um ou dois dias em que se busca mostrar a professores e estudantes como o atletismo pode ser interessante em qualquer época.
Em 2008, os eventos do "Mini Atletismo" e do "Atletismo Escolar" passarão por 15 cidades de diversos estados. Já foram visitadas as cidades de Manaus, Fortaleza, Brasília, São Leopoldo, Caxias do Sul e Porto Alegre.
Um dos quatros docentes credenciados no Brasil pela IAAF para ministrar cursos do "Mini Atletismo", o cubano Lázaro Pereira Velázquez, coordenador do Atletismo Escolar da Confederação Brasileira de Atletismo, conta que a IAAF constatou que o número de praticantes do atletismo vem diminuindo e por isso desenvolveu o Kids Athletics, que no Brasil foi chamado de "Mini Atletismo", programa de ensino da modalidade de forma lúdica e com materiais adaptados.
"Claro que um dia de clínica não é suficiente para mudar a cultura do esporte no Brasil, mas é uma semente que se lança nessa luta", diz. Esses quatro professores ministram cursos de formação em parceria com as federações. Em junho, em São Paulo, mais de 20 docentes fizeram o curso dado pelo professor Kiyoshi Takahashi na Federação Paulista de Atletismo.
"O trabalho do professor de educação física deve ser o de ensinar os movimentos de forma correta. Se lá na frente despontarem atletas, eles estarão prontos. Caso contrário, você orientou um cidadão bem formado fisicamente", observa.
É por isso que neste ano a Confederação Brasileira de Atletismo, em parceria com a Federação Internacional de Atletismo (IAAF) e as federações estaduais estão desenvolvendo os programas de "Mini Atletismo" (7 a 12 anos) e "Atletismo Escolar" (13 a 15). São clínicas de um ou dois dias em que se busca mostrar a professores e estudantes como o atletismo pode ser interessante em qualquer época.
Em 2008, os eventos do "Mini Atletismo" e do "Atletismo Escolar" passarão por 15 cidades de diversos estados. Já foram visitadas as cidades de Manaus, Fortaleza, Brasília, São Leopoldo, Caxias do Sul e Porto Alegre.
Um dos quatros docentes credenciados no Brasil pela IAAF para ministrar cursos do "Mini Atletismo", o cubano Lázaro Pereira Velázquez, coordenador do Atletismo Escolar da Confederação Brasileira de Atletismo, conta que a IAAF constatou que o número de praticantes do atletismo vem diminuindo e por isso desenvolveu o Kids Athletics, que no Brasil foi chamado de "Mini Atletismo", programa de ensino da modalidade de forma lúdica e com materiais adaptados.
"Claro que um dia de clínica não é suficiente para mudar a cultura do esporte no Brasil, mas é uma semente que se lança nessa luta", diz. Esses quatro professores ministram cursos de formação em parceria com as federações. Em junho, em São Paulo, mais de 20 docentes fizeram o curso dado pelo professor Kiyoshi Takahashi na Federação Paulista de Atletismo.
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