sexta-feira, 31 de dezembro de 2004

Um ano de conquistas


Um ano de conquistas A atleta Gisiani Bertoni, 18 anos, também tem motivos de sobra para soltar fogos para 2004. Foi neste ano que a corredora de 800 e 400 metros e de 4x100 e 4x400 venceu o Campeonato Brasileiro Juvenil e chegou à final do Troféu Brasil. Foi também Destaque Sub-23 do Rio Grande do Sul e ganhou medalhas de ouro nos 400 metros nas categorias juvenil estadual e sub-23. A conquista mais recente é de outubro, quando chegou o convite da Universidade Militar da Virginia (EUA), para estudar e treinar no estado norte-americano. Para aceitar, Gisiane terá de ser aprovada em três provas de inglês.
- Neste ano, o que poderia dar certo deu. Até o que eu não esperava. É difícil receber um convite desses. Agora preciso de uma pontuação alta no inglês e, como comecei no cursinho recentemente, não sei se vou conseguir - observa a adolescente, que ficou surpresa com a notícia.
Incentivada pela mãe, Gessá Bertoni, 40, desde os 13 anos, quando começou no atletismo e recebendo o apoio da Universidade de Caxias do Sul (UCS) para viagens, uniformes e alimentação, ela conta ainda com a ajuda do treinador Lázaro Velázquez Pereira.
- Ele é como um pai para mim - compara Gisiane.
Jornal Pioneiro

terça-feira, 24 de agosto de 2004

Mulheres

Fatos ocorridos nos Jogos de Atenas 2004 lembram a força da mulher no esporte. Pela primeira vez na história, uma mulher comanda um comitê organizador dos Jogos Olímpicos; as primeiras medalhas em Atenas foram conquistadas por mulheres; o Brasil tem a maior delegação feminina na história dos Jogos Olímpicos; e, para orgulho nosso, a primeira medalha em jogos panamericanos do Projeto UCS Olimpíadas foi conquistada por uma mulher, Janice Gil Teixeira, em 2003, no tiro ao prato.

Lázaro Velázquez
Coordenador do Projeto UCS Olimpíadas

Jornal Pioneiro
Cartas Coluna de Cartas Pioneiro
24/08/2004
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quinta-feira, 15 de julho de 2004

Termina o ciclo 2004


No dia da posse do coordenador Lázaro Velazquez, projeto passa a se chamar UCS Olimpíadas Caxias do Sul - O plano esportivo da Universidade de Caxias do Sul (UCS) perdeu ontem oficialmente o sobrenome 2004 e, por meio de portaria assinada pelo reitor Luiz Antônio Rizzon, passou a ser denominado UCS Olimpíadas. Junto com o novo nome, um novo dirigente para o trabalho. O professor cubano Lázaro Pereira Velazquez foi empossado como coordenador do projeto em substituição à Alberto Monteiro, que se desligou da função na última semana.
Atendendo ao direcionamento indicado pelo reitor nessa fase de mudanças no projeto, Rizzon deu posse também ao interlocutor do curso de Educação Física com o plano UCS Olimpíadas, Mauro Amâncio da Silva, técnico de futsal conhecido como Mauro Caxias. Caberá a ele fazer a aproximação entre o departamento e o projeto esportivo. Velazquez, visivelmente emocionado com a nova incumbência, disse que, por formação, não adotará a postura de revolucionário.
- Não vou chegar para mudar tudo. Todos somos inimigos das transformações muito radicais. Até porque, se o projeto teve sucesso até hoje e está em pleno crescimento é em função de um trabalho bem feito. Mas, quem acha que há nada para mudar quando se fala em esporte, já morreu.
Essa motivação, além do carinho e liderança junto aos atletas e ao projeto, foi quesito ressaltado pelo reitor para sua escolha por Velazquez. O conhecimento técnico também foi outro fator importante levado em conta por Rizzon na nomeação do cubano.
Criado em novembro 1996, o projeto atende a mais de 1,2 mil atletas em 14 modalidades. Nenhum deles, porém, conseguiu classificação para os Jogos de Atenas, o que foi anunciado como um dos objetivos da proposta em seu lançamento. A trinca de diretrizes do UCS Olimpíadas é formada pelo desenvolvimento dos aspectos sociais da atividade física, pela evolução ainda maior do esporte de forma ampla e representatividade da universidade como instituição.

Jornal Pioneiro
15/07/2004
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quinta-feira, 3 de junho de 2004

Vezes sete


Gisele Nogueira competirá no inusitado heptatlo
São Paulo - A caxiense Gisele Nogueira (UCS/Masterpol), 23 anos, pretende seguir o seguinte roteiro: realizar sete provas em dois dias e, se tudo der certo, conquistar uma medalha no 23º Troféu Brasil de Atletismo, que tem largada hoje e segue até domingo, na pista do Ibirapuera, na capital paulista.
As chances de Gisele ter resultado positivo na competição disputando o heptatlo são grandes. Primeiro, em função da sua adaptação à modalidade; depois, justamente pelas características diferenciadas da prova.
Mas, se ela não obtiver o sucesso esperado, a equipe de atletismo da universidade terá outras três chances de atingir boas marcas no Troféu: Rudimar Moura, nos 1.500 metros, Luciano Melo, no salto em altura, e Gisiane Bertoni, nos 800 metros.
A fé depositada em Gisele começa pela forma como ela obteve o índice para competir em São Paulo. Foi na primeira prova de heptatlo da sua vida, em uma disputa em que foi a convite.
Superou, com folga, os 3.680 pontos regulamentares que era preciso fazer para ir ao Troféu. Atingiu os 4.299 (é atribuído determinado número de pontos para cada uma das sete modalidades e feita a soma). A moça já é a primeira do ranking gaúcho - isso que a competição paulista é apenas sua terceira no estilo.
Há dois anos, a atleta pedia ao técnico, o cubano Lázaro Velazquez, para fazer heptatlo. Por ela ser muito nova e a disputa exigir muito fisicamente, o treinador negou o pedido até este ano.
- Eu acreditava que meu negócio não era só 400 metros com barreira - explica Gisele, que também obteve índice para o Troféu nessa prova. Além do heptatlo (no qual vai concentrar a atenção), ela teria marcas para os 100 metros com barreiras e o lançamento de dardo, mas abdicou dessas modalidades.
A hora extra de treinos a mais todos os dias e a dedicação exigida não são nada demais para a atleta. Gisele sabe que precisa obter resultados médios em todas as modalidades envolvidas no heptatlo, embora suas preferências sejam os 100 metros com barreiras e o lançamento de dardo.

As modalidades
1º dia - hoje
- 100 metros com barreiras
- salto em altura
- arremesso de peso
- 200 metros rasos
2º dia - amanhã
- salto em distância
- lançamento de dardo
- 800 metros raso
Curiosidade
- As provas combinadas para mulheres começaram a ser disputadas em 1928, tendo como primeiro registro a alemã Selma Grieme, em Berlim. Ela obteve 262 pontos (na antiga tabela alemã) no pentatlo. Pela tabela internacional, adotada desde 1954, essas marcas valeriam 3428 pontos.
- No Brasil, o primeiro recorde reconhecido foi da atleta Olga Maria Veríssimo, vencedora do 20º Campeonato Brasileiro, em Brasília, em 1981, com a marca de 5.310 pontos.
Outras provas de atletas da equipe da UCS
- 1.500 metros (semifinal)
hoje
- 800 metros (semifinal)
sábado
- salto em altura
domingo

Jornal Pioneiro
03/06/2004
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segunda-feira, 31 de maio de 2004

Velázquez assume projeto


Caxias do Sul - O treinador da equipe de atletismo UCS/Natufarma e mestre na área esportiva Lázaro Pereira Velázquez é o substituto do professor Alberto Monteiro na coordenação do projeto UCS-Olimpíadas 2004. O nome foi confirmado na sexta-feira pelo reitor da Universidade de Caxias do Sul (UCS), Luiz Antônio Rizzon.

O reitor destacou que Velázquez preenche os requisitos para o cargo, além de conhecer o projeto desde o seu início. Rizzon também irá designar um professor do Departamento de Educação Física para fazer o intercâmbio de informações entre o projeto esportivo e o curso, com o objetivo de garantir mais espaço para o aprendizado aos alunos.

Velázquez é cubano, formado pela Universidade de Matanzas, em Cuba, com Mestrado em Ciências e Jogos Desportivos. Chegou ao Brasil em 1999, por meio de um convênio firmado entre as duas instituições. Há cinco anos e meio treina o atletismo da UCS. Conquistou mais de 100 títulos gaúchos, quatro brasileiros e 17 internacionais.

Jornal Pioneiro
maio de 2004
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Atletismo: Aqui se corre, se ganha, se é feliz


Maratona de Porto Alegre
Na 21ª edição, a Maratona de Porto Alegre voltou às origens. Havia 13 anos a prova não tinha uma dobradinha gaúcha - em 1991, Volmir Herbstrith e Antônia da Silva venceram. Pois ontem, teve: Claudir Rodrigues, de Ibarama, foi o campeão entre os homens, enquanto Rosa Jussara Barbosa, de Alpestre, foi a melhor entre as mulheres. Ambos cruzaram a linha de chegada na frente pela segunda vez na carreira.
A glória, o prêmio e as atenções da mídia sempre voltam-se para os vencedores. Mas aqueles que, apesar da bela manhã ensolarada de domingo, enfrentaram o frio de 11ºC para fazer a Maratona de Porto Alegre "atingir a maioridade" com grande estilo foram os anônimos. Pais e filhos, fantasiados ou em trajes esportivos, sozinhos ou em grupos, correndo ou caminhando. Até quem não estava participando, apreciou a prova: sentados em frente ao palanque de imprensa ou nas calçadas das ruas que formam o percurso, tomando chimarrão, passeando com o cachorro. O medalhista olímpico Robson Caetano, que veio a Porto Alegre avaliar a maratona pela Confederação Brasileira de Atletismo, rendeu-se à participação do público e dos competidores:
- Dá vontade de entrar e participar da festa.
Festa que se iniciou às 7h34min com a largada da prova feminina e se estendeu durante toda a manhã. Uma festa na qual, mais importante do que o resultados, foi a vontade de superar limites, encarar desafios, brincar ou, simplesmente, correr.
A expectativa era saber onde ocorreria o encontro entre os líderes masculino e feminino. Pela primeira vez, as mulheres largaram com 26 minutos de antecedência. Claudir, campeão em 2002, já estava na ponta quando ouviu os incentivos de Rosa, a primeira entre as mulheres, ao ultrapassá-la em frente ao Corpo de Bombeiros, depois de 36 quilômetros percorridos. E os dois continuaram solitários na disputa até o final.
Rosa, bicampeã consecutiva, não esperava uma prova tão fácil. Estava desgastada por ter participado da Maratona de São Paulo, no início do mês. E este foi o assunto entre ela e Maria das Graças Moreira. As duas correram lado a lado até o quilômetro 25, quando a atleta natural de Parelhas, Rio Grande do Norte, abandonou.
- Iria até o fim se não sentisse nada. Como minha perna começou a puxar, disse para a Rosa: "vai tranqüila, eu vou parar" - conta Maria das Graças.
Como não estavam disputando posições, as duas se ajudaram durante a prova. Uma passava água à outra. Há 28 dias, em São Paulo, não foi assim. Rosa, 28 anos, ficou em quinto lugar na prova de São Paulo, apenas 12 segundos à frente de Maria das Graças. Depois do abandono da principal adversária, a atleta gaúcha, cujas primeiras corridas foram dadas para economizar passagem de ônibus, só foi ver Claudir, 11 quilômetros depois. De vez em quando olhava para trás, não acreditando estar tão distante das outras.
Claudir teve uma prova mais equilibrada. Assumiu a liderança na metade do trajeto e se distanciou do segundo colocado quando faltavam 12 quilômetros para o final. Bem como tinha planejado.
- Maratona é estratégia. Dosei a prova e cheguei inteiro - explica o ex-cabo do 7º Batalhão de Infantaria Blindada de Santa Maria, que subiu a Silva Só, nos metros finais, com uma resistência física impressionante.
O gaúcho de 27 anos é disciplinado. Mora em Santa Maria, mas treina sozinho. Seu técnico, o cubano Lázaro Velasquez, da UCS, passa instruções por telefone. A dificuldade da distância é amenizada pela confiança entre ambos, além da dedicação do atleta.
- Em abril, fomos à Maratona de Roterdã, na qual havia pelo menos 50 africanos, e o Claudir terminou em 16º. Ali, ele percebeu seu potencial. Ele será um dos grandes nomes do próximo ciclo olímpico - prevê Lázaro, que há cinco anos trocou Cuba por Caxias do Sul.
Assim como Claudir, Rosa tentará brigar por uma vaga olímpica na próxima oportunidade (para Atenas, os atletas já estão definidos). Se os dois conseguirem, realçarão, como ontem, os atletas do Rio Grande do Sul.
- Essa vitória foi importante para destacar os talentos gaúchos. No Estado, há muitos bons corredores, mas todos são pouco reconhecidos - conclui a campeã.
( deca.soares@zerohora.com.br )
( guilherme.fister@zerohora.com.br )
DECA SOARES E GUILHERME FISTER

Os campeões
Masculino
- 1º) Claudir Rodrigues
(UCS/Natufarma) 2h15min52s
- 2º) Antônio Ferreira da Silva
( Pé de Vento) 2h17min04s
- 3º) Rildo Alves
(sem clube) 2h18min36s
- 4º) Antônio Carlos P. Gomes
(Ulbra/Brasil Telecom) 2h21min46s
- 5º) Fabiano da Silva Guimarães
(Ulbra/Brasil Telecom) 2h23min16s
Feminino
- 1º) Rosa Jussara Barbosa
(Via Sal) 2h46min05s
- 2º) Luciana da Luz
(Correios) 2h52min42s
- 3º) Maria Elaine Machado
(sem clube) 2h56min08s
- 4º) Roseli Dutra
(APE/Gratio Seguros) 2h56min23s
- 5º) Raimunda Carlos Lima
(sem clube) 2h56min49s
Cadeirantes
- 1º) Altemir Luís de Oliveira
- 2º) Carlos Roberto de Oliveira
Rústica
Masculino
- 1º) Edegar Lobo
(Ulbra) 26min01s
- 2º) Tauro Bonorino
(Ulbra) 26min19s
- 3º) Paulo Castannetti
(UCS/Bento) 26min22s
Feminino
- 1º) Teresa Benittis

(sem clube) 34min02s
- 2º) Leonir Canal
(sem clube) 34min20s
- 3º) Rosane Hack
(Diadora) 34min21s
Maratoninha
Masculino
Lindomar Júnior
Feminino
Rafaela Ritz dos Santos

Jornal Zero Hora
31/05/2004
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a595501.xml&channel=9&tipo=1§ion=Esportes_&template=3898.dwt

Claudir Rodrigues é bi



Atleta patrocinado pela UCS venceu em 2h15min
Porto Alegre - Com o tempo de duas horas e 15 minutos, um minuto acima do que havia estabelecido como objetivo para a prova, Claudir Rodrigues (UCS/Natufarma) conquistou ontem o bicampeonato da Maratona de Porto Alegre. O corredor santa-mariense representante da Universidade de Caxias do Sul (UCS), que havia ganho em 2002 e no ano passado chegou em segundo, retomou, com tranqüilidade, o lugar mais alto do pódio.
Mais do que isso, Rodrigues ajudou a prova, em sua 21ª edição, a voltar às origens. Havia 13 anos a Maratona de Porto Alegre não tinha uma dobradinha gaúcha - em 1991, Volmir Herbstrith e Antônia da Silva venceram. Pois ontem, teve: Rodriguese Rosa Jussara Barbosa, de Alpestre, a melhor entre as mulheres.
Claudir Rodrigues fezuma prova equilibrada. Assumiu a liderança na metade do trajeto e se distanciou do segundo colocado quando faltavam 12 quilômetros para o final. Bem como tinha planejado.
- Maratona é estratégia. Dosei a prova e cheguei inteiro - explica o ex-cabo do 7º Batalhão de Infantaria Blindada de Santa Maria, que subiu a Avenida Silva Só, nos metros finais, com uma resistência física impressionante.
Rodrigues, 27 anos, é disciplinado. Mora em Santa Maria, mas treina sozinho. Seu técnico, o cubano Lázaro Velasquez, da UCS, passa instruções por telefone. A dificuldade da distância é amenizada pela confiança entre ambos, além da dedicação do atleta.
- Em abril, fomos à Maratona de Roterdã (Holanda), na qual havia pelo menos 50 africanos, e o Claudir terminou em 16º. Ali, ele percebeu seu potencial. Será um dos grandes nomes do próximo ciclo olímpico - prevê Lázaro.
Assim como Rodrigues, Rosa tentará brigar por uma vaga olímpica na próxima oportunidade (para Atenas, eles não obtiveram índice). Se conseguirem, realçarão, como ontem, o potencial dos fundistas do Rio Grande do Sul.
- Essa vitória foi importante para destacar os talentos gaúchos. No Estado, há muitos bons corredores, mas todos são pouco reconhecidos - conclui a campeã.

Maratona
1º Claudir Rodrigues

Outros destaques
Alessandro Brum (1º na categoria 25 a 29 anos)
Adriana Serafim (1ª categoria 25 a 29 anos)
Soara Denise da Silva (1ª na 20 a 24 anos)
Raquel Bombardelli (3ª na 25 a 29 anos)
- Equipe masculina UCS/Natufarma - campeã geral estadual
- Equipe feminina UCS/Natufarma - bicampeã estadual
Rústica
3º Paulo Castannetti
5º Gustavo Caurio
Minirrústica
2º Aline de Oliveira
2º Juliano Paz
Maratoninha
1º Mariel Hechel (12 e 13 anos - 3º geral)

Jornal Pioneiro
31/05/2004
http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&id=595714&action=noticiasImpressa§ion=Esportes

sábado, 29 de maio de 2004

Presença serrana

Corredores amadores e profissionais têm compromisso domingo, na Capital
Caxias do Sul - Uma maratona se realiza faça sol de rachar ou neve. Cientes disso, os corredores, sejam eles atletas profissionais ou amadores, marcam presença, como se fosse uma obrigação. Uma das preferidas dos fundistas da região e de muita gente de todo o país ocorre neste final de semana: a Maratona de Porto Alegre, que chega à 21ª edição.
Claudir Rodrigues, santa-mariense e atleta da equipe da UCS, que foi campeão da prova em 2002 e vice no ano passado, estará domingo, a partir das 8h, a postos na largada. Jean Bareta (UCS/Confeitaria Flórida/Braslar Construtora), triatleta e confeiteiro caxiense, também. Assim como pelo menos mais seis corredores da universidade, o chargista e cartunista Carlos Henrique Iotti e vários anônimos.
Com um cronograma bastante enxuto entre sua participação na Maratona de Roterdã, na Holanda, no início de abril, onde tentou índice para os Jogos Olímpicos de Atenas, e a prova porto-alegrense, Rodrigues conseguiu fazer render esse período de preparação. Ganhou três competições, uma de 21 quilômetros, outra de 10 quilômetros e a última de sete quilômetros. Conforme seu técnico, Lázaro Velasquez, o prognóstico é muito otimista.
- Ele não se gripou, o que é muito bom, já que grande parte da equipe não teve a mesma sorte. Se no domingo houver condições climáticas boas, o Claudir tem condições de fazer a prova em duas horas e 14 minutos - argumenta Velasquez.
Os 42 quilômetros e 195 metros da Maratona de Porto Alegre são distribuídos em regiões planas da Capital. Esse, inclusive, é um dos motivos que mais agradam aos participantes.
Bareta é um dos que vêem no fator a chance de um bom desempenho. Vindo do Mundial de Aquathlon, na Ilha da Madeira (Portugal), onde ficou em quinto lugar na categoria 40 a 44 anos, no início de maio, o corredor não teve muito tempo para direcionar os treinos à maratona. Ainda mais que ele costuma usar a hora do almoço para treinos curtos e somente nos finais de semana consegue treinar grandes distâncias. Bareta participará pela 14ª vez da prova na Capital.

21ª Maratona de Porto Alegre
Largada: 8h
Local: Parcão
Provas paralelas
Maratona feminina - às 7h30min
Cadeirante - 7h45min
Rústica (10km) - 7h45min
Maratoninha (3km) - 9h15min

Jornal Pioneiro
29/05/2004
http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&id=594452&action=noticiasImpressa§ion=Esportes

terça-feira, 25 de maio de 2004

Técnico cubano orienta o santa-mariense Claudir


Atleta de 27 anos treina sob o comando de Lázaro Velasquez, da UCS.
Campeão em 2002 e vice no ano passado, Claudir Rodrigues é um dos favoritos ao título da 21ª Maratona de Porto Alegre, a ser realizada no próximo domingo. Mesmo com uma preparação "inadequada", o santa-mariense quer voltar a vencer este ano. - Se a pessoa não acredita, nem deve tentar - afirmou o atleta de 27 anos.
Rodrigues pretendia ter começado os treinos há pelo menos seis semanas, mas a agenda de compromissos não permitiu - somente no ano passado, o maratonista participou de 23 provas, das quais venceu 18. Para poder correr tantos percursos, o fundista conta com o planejamento do técnico cubano Lázaro Velasquez, treinador da Universidade de Caxias do Sul.
- Eu treino em Santa Maria, mas sempre orientado por ele - explicou o atleta, que está se preparando há quatro semanas para a prova em Porto Alegre.
O estado psicológico é outro fator importante. De acordo com ele, confiança e concentração são fundamentais para quem pretende correr maratonas. Por isso, Rodrigues costuma evitar de "se incomodar" na véspera das competições e tenta manter a mente tranqüila e focada no seu objetivo:
- É comum o atleta ficar nervoso e se incomodar com os batedores ou outras coisas que ocorrem durante as provas, mas a distração e o nervosismo podem botar tudo a perder.
Acostumado a percorrer cerca de 25 quilômetros por dia e praticante do esporte há sete anos (desde que estava no quartel), Rodrigues aconselha os participantes que se preparem direito para a prova. Principalmente os amadores.
- Nós, profissionais, fazemos o percurso em duas horas e pouco e já cansamos. Imagina as pessoas que correm durante cinco, seis horas. É muito cansativo - ponderou. - Só o fato de acabar uma prova depois de todo esse tempo já pode ser considerado uma vitória - acrescentou Rodrigues.
( tamara.hauck@zerohora.com.br )

Inscrições
Amanhã é o último dia para garantir presença na 21ª Maratona de Porto Alegre (R$ 50), na Rústica (R$ 20) e na Maratoninha (R$ 5). O Clube dos Corredores de Porto Alegre (Corpa) é o responsável pelas inscrições.
Elas podem ser feitas diretamente na sede da entidade - rua Gonçalves Dias, 628/1000, bairro Menino Deus ou nos telefones (51) 3219-7292 ou 3231-5124. Na Internet, é necessário acessar o site http://www.corpa.cjb.net ou mandar um e-mail para corpa@terra.com.br. ZH divulgará os resultados de todos os corredores das três provas.
TAMARA HAUCK

Jornal Zero Hora
25/05/2004
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a591511.xml&channel=9&tipo=1§ion=Esportes_&template=3898.dwt

sábado, 15 de maio de 2004

Desafio na seleção brasileira


Caxias do Sul - Há cerca de dois anos integrando a equipe UCS/Naturfarma de atletismo, Rudimar da Rosa Moura será um dos atletas da seleção brasileira em três competições internacionais nos próximos dias. A primeira será o Grand Prix da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), neste domingo, no Rio de Janeiro, na prova de 1.500 metros.
A segunda disputa será o Sul-Americano de Milha de Rua (1.609 metros), dia 20, em Belém (PA). E a terceira, o outro Grand Prix Mundial, no dia 23, também em Belém. Nessa, Moura correrá outra vez os 1.500 metros.
Funcionário da Mundial, o atleta, de 28 anos, é natural de Bagé. Ele veio para Caxias a convite da técnica Leda Marramarco, que treina a equipe da empresa, na época denominada Eberle. Leda o indicou ao técnico Lázaro Velazquez, que, após alguns testes, o incluiu na equipe da universidade.
Moura foi campeão nos Jogos Nacionais do Sesi e medalha de bronze no Sul-Americano neste ano. Além da distância que percorrerá nos GPs, ele compete nos 800 metros.
O técnico Velazquez afirma que o atleta, que treina após o trabalho na empresa, tem grande potencial.
- Se tivesse sido descoberto com 13, 14 anos, hoje estaria entre os melhores do mundo.
Para a prova deste domingo, Moura evita fazer projeções, por não conhecer os adversários. Mas espera um bom desempenho.


Jornal Pioneiro
15/05/2004
http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&id=585010&action=noticiasImpressa§ion=Esportes

sábado, 8 de maio de 2004

Caxienses na seleção gaúcha

Porto Alegre - Cinco atletas e o treinador da UCS/Natufarma integram a delegação do Rio Grande do Sul no 1° Campeonato Brasileiro Caixa de Atletismo Sub-23, que será realizado no sábado e domingo, na Sogipa, em Porto Alegre. O chefe da seleção gaúcha é o técnico da equipe caxiense, Lázaro Velazquez.
Os atletas da UCS convocados são Gisiane Bertoni, Suara Denise da Silva, Éder Daniel de Paula Jesus, Felipe Moreira de Carvalho e Alison Vieira Gonçalves. A competição servirá como seletiva para o Campeonato Sul-Americano, dias 26 e 27 de junho, em Barquisiemeto, na Venezuela.

Jornal Pioneiro
08/05/2004
http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&id=579962&action=noticiasImpressa§ion=Esportes

sexta-feira, 19 de março de 2004

Para Atenas, via Bruxelas


As irregularidades da pista de Cross Country da capital belga, onde será disputada neste final de semana a Copa do Mundo dessa modalidade do atletismo, pode ser o início do caminho do corredor Claudir Rodrigues (UCS/Natufarma) na Europa rumo aos Jogos de Atenas. Além da importância inerente da prova, a corrida servirá como um bom teste para o atleta, que enfrentará a Maratona de Roterdã, dia 4 de abril. Na disputa na Holanda, ele irá atrás do índice para as Olimpíadas.
Rodrigues, santa-mariense que compete pela universidade caxiense sob a supervisão do técnico cubano Lázaro Velazquez, conquistou a vaga para a Copa do Mundo com o título na Copa do Brasil de Cross Country e o terceiro lugar no Sul-Americano da modalidade. Ele será o único brasileiro que correrá a distância de 12 quilômetros (haverá outros representantes do país nos oito e nos quatro quilômetros).
Pela primeira vez em um evento de Cross Country desse nível, Rodrigues terá como principal objetivo seguir o ritmo dos líderes para fazer uma boa prova. Sem cobranças, mesmo acreditando estar bem preparado para enfrentar o desafio.
O maior gás ele deixará reservado mesmo para a maratona. O corredor quer se manter afastado dos problemas, como os que o impediram de participar da Maratona de São Paulo do ano passado, na qual tentaria lugar para o Pan-Americano de Santo Domingo.
A escolha de Roterdã para a busca pelo índice se deve principalmente às condições climáticas mais favoráveis para a concretização do tempo necessário. Mas atingi-lo será apenas meio caminho andado para Atenas.
- São apenas três vagas para a equipe brasileira e existem seis ou sete atletas em condições de fazer o tempo - ressalta Rodrigues.

O índice, ou tempo máximo necessário para maratonistas tentarem vaga nas Olimpíadas, é de duas horas e 15 minutos (para correr os 42,195 quilômetros). Mas, segundo Claudir Rodrigues, entre os brasileiros, diante da grande concorrência, o mais garantido é completar o percurso em três minutos a menos.
- Se eu fizer em duas horas e 13 minutos já estará ótimo. Meu melhor tempo é de duas e 17 (conquistado na Maratona de Porto Alegre, em 2002). Baixar quatro minutos é bastante. Entretanto, correndo ao lado de africanos e europeus, que puxam bastante o ritmo, as chances melhoram.

Jornal Pioneiro
19/03/2004
http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&id=544009&action=noticiasImpressa§ion=Boa+Not%EDcia

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2004

Título no Cross Country

Macaé - O atleta Claudir Rodrigues, da equipe UCS/Natufarma, conquistou o título da Copa Brasil de Cross Country, realizada em Macaé, Rio de Janeiro. Além disso, ficou em terceiro no Sul-Americano. Com os resultados, obtidos na distância de 12 quilômetros, ele garantiu vaga ao Mundial da Bélgica, dias 20 e 21 de março.
Outros atletas da equipe caxiense, treinada por Lázaro Velázquez, tiverem bons desempenhos. Alisson Gonçalves ficou em quarto lugar na Copa Brasil e em sexto no Sul-Americano, nos oito quilômetros; e Gustavo Caurio, oitavo na Copa do Brasil e 12º no Sul-Americano, nos 12 quilômetros.
Adriana Serafin acabou em quinto na Copa do Brasil e em nono no Sul-Americano nos oito quilômetros. O cross country é uma corrida com obstáculos naturais.

Jornal Pioneiro
16/02/2004
http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&id=520266&action=noticiasImpressa§ion=Esportes